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sexta-feira, 25 de junho de 2010

Quase GoL? Não!

90 Minutos e alguns acréscimos para provar o seu valor
Para ser o mais eficiente e não o melhor
Todos os lances podem ser a oportunidade de uma vida
Milhões de torcedores em prol de uma causa
Milhões de corações motivados a gritar
Milhões de culturas em torno de um momento
Que efetivamente não lhe trará muito mais coisa
Do que o ápice de poder vencer.

O futebol nos ensina muitas coisas
Sobre quem realmente os seres humanos podem ser
Sobre o que pode ser feito para alcanças algo maior
Todos motivados a fazer parte
Parte do que por vezes é irracional
Passivo de extrema impulsividade e comoção

No jogo, assim como na vida, não escolhemos nossos adversários
Devemos estar preparados para enfrentá-los
Buscando a melhor estratégia
Buscando as fraquezas de quem te ataca
Aguardando o momento certo para mostrar suas forças mais intensas

Todos nós somos jogadores
Jogando com as possibilidades
Jogando com as decepções
Aprendendo que nem sempre se pode ganhar
Mais que sempre se deve buscar a vitória

Sabemos que as traves irão tentar nos impedir
O gramado tentará nos segurar
O Sol não estará ameno
Mais se tem algo que realmente queremos
Vamos correr atrás

Ainda que a falta venha
Ainda que os lances desleais nos machuquem
Ainda que a arbitragem nos impeça de fazer o Gol
Devemos persistir, evoluir, pensar como alcançar


Não devemos nos contentar com um quase gol
Não devemos reclamar pela oportunidade perdida
Levante, sempre avante
Focado no que é importante
Ataque sem pensar em se defender
Organize o meio de campo
Vá receber o lançamento
Drible o zagueiro
Engane o Goleiro
Faça o GOL.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Justificando os Meios

Abri uma porta chamada saída
Tentei enxergar algo que não fosse o que já tinha visto
Busquei alguma novidade que me chamasse a atenção
Deixei de lado o que os outros me disseram
Para tirar minha própria conclusão

Percebi que para entender um problema
Devemos vivenciá-lo
Percebi que não podemos ajudar
Caso precisemos de ajuda
Entendi que não há gesto mais sábio
Do que o silêncio na hora certa

Em diversas oportunidades...
Nem sempre podemos fazer aquilo que deveria ser feito
Nem sempre poderemos dar a última palavra
E a nossa convicção do que é o correto a ser seguido
Fica apenas para nós

Os meios nem sempre acabam justificando os fins
Já que por vezes o fim não é a cópia fiel do que foi mostrado nos meios.
Fato esse que nos leva a refletir
Sobre quem devemos ser
Sobre se gostamos daquilo que fazemos
Sobre além de tudo
Se teremos tempo para mudar o fim
Justificado pelos meios.